02/09/14

Níveis mais frustrantes dos video-games! - Parte I

Alguns níveis difíceis são em meu ver, um "hype" que lhe estimula a se superar, e por fim se sentir realizado. Isso é ótimo, é claro, quando não há problemas como erros de jogabilidade ou um contraste enorme de dificuldade entre tal fase e a fase anterior. Vamos relembrar, então, seja com carinho ou ódio, algumas dessas fases desafiadoras?

Não vou lembrar de fases como Water Temple ou Turbo Tunnel do Battletoads, essas estão manjadas demais. Vamos ver algo um pouco mais perdido no tempo.

Quick Man - Mega Man 2


Tá aí uma das lembranças ruins de infância. Como vocês já devem saber, em relação aos outros jogos de nosso querido Blue Bomber, Mega Man 2 é um jogo extremamente fácil.  O design dos níveis é justo e responsável, mas isso não se aplica ao Quick Man e sua fase. Bem, uma das maiores dificuldades aqui são as sessões com lasers: É injusto! Digamos, alguma vez você deve sair de uma sala para outra à partir de um local específico. Por exemplo, você, ao passar da sala que está na imagem acima para a outra sala, você deve cair na extremidade esquerda, pertinho da plataforma, se não, não terá tempo de escapar dos outros lasers da outra sala. Isso você apenas sabe tentando e errando algumas vezes, o conhecido "Trial and Error".  

O Boss é um problema menor, mas ainda assim, é um problema. Em muitos de jogos antigos, aprendemos como o chefão se movimenta para derrotá-lo com mais facilidade. Mas Quick Man tem uma I.A. muito errática! É algo que você decide na hora como desviar dele e de seus projéteis. Enfim, mesmo sendo injusto eu gosto da fase, te desafia, acima de tudo. É bisonho mas é massa!


Segundo estágio - Lion King



Oh, céus! Essa é uma das mais chatas da lista. Primeiramente, essa é a segunda fase, e há um contraste ENORME de dificuldade entre ela e a primeira, um dos problemas que já citei antes. O que realmente eleva a dificuldade é a parte dos macacos. Você deve rugir para eles mudarem de posição, assim arremessando o Simba de um para o outro. Mas há muitas, muitas combinações! Apesar dessa parte, é uma fase muito colorida e com vários obstáculos divertidos, também difíceis. Mas esses macaquitos, levando em consideração que é a segunda fase, são uma dor de cabeça!



Earthworm Jim - Down the Tubes



Earthworm Jim talvez tenha sido um dos platformers mais reconhecidos de sua época, tanto porque o jogo era bom pra cacete como pela vastidão de plataformas nas quais o mesmo foi lançado. E quando eu digo que ele era bom, ele era ó... 

No entanto, nem esse clássico ficou salvo da chatice de alguma fase. "Down the Tubes" foi um pesadelo para mim. Há duas sessões nessa fase: As que são apenas um sidescroller tradicional, e as fases em que Jim entrava em uma redoma. Essa parte fez eu empacar alguns dias no jogo. Primeiro, você tem poucos segundos até chegar até seu destino, passando por uma caverna estreita. Segundo: Sem bater, se não sua redoma é inundada.

Creio que isso é uma sacanagenzinha básica dos designers. Enfim...


Vidi Vicy Veni - VVVVVV



Para terminar o segmento desta série, terminemos com algo mais novo. VVVVVV é um jogo Indie marcado pela dificuldade. O protagonista não pode pular, apenas mudar a gravidade quando está no chão. Eis que você se depara com um trinket (item do jogo), e um pequeno bloco que separa você dele. Assim, você deve inverter a gravidade por um looongooo e difícil trecho; uma brincadeira maldosa do desenvolvedor. O cara acima fez até parecer fácil, mas "nem é" assim.



E aqui acaba esse post! Fique ligado, em breve restaurarei suas melhores (ou piores) lembranças gamísticas no segundo volume.

E você? Que fase considera difícil? 
Deixe um comentário e se expresse! 
Leia mais... »

28/08/14

Sonic Jam 6 - Um bootleg bem feito?


Hora de nos aventurarmos em um lugar escuro e tenebroso no universo gamístico, onde os famosos jogos não-licenciados habitam. Por incrível que pareça, achei essa pérola no MercadoLivre por algumas dezenas de reais, e acabei comprando! Sabe, é incrível ter essa pérola na minha pequena coleção de jogos de Mega Drive. Para você ter ideia, o único cartucho do Sonic que falta em minha coleção é o Sonic The Hedgehog 3, achei por um preço baixo, mesmo assim, preferi o bootleg. Babaquice? Talvez. Valeu a pena? Pra mim, sim. Eu tenho um gosto meio exótico, para os que não me conhecem. 

Eis que me deparo com isso após plugar o cartucho:

What the Heck?

Sim, eu já sabia disso. Mesmo assim, é uma surpresa. Sabe o que me surpreendeu mais ainda? Ter uma versão física disto. Será que o cara que fez esse hack está em maus lençóis? Foi preso? Fugiu pra Guatemala após o episódio? Ninguém sabe, mas que é bizarro, é.

É um bom jogo! Foi bem portado para o Genesis, apesar do jogo carecer de certas animações e ter pequenos detalhes removidos, como estrelas e 1-ups, no entanto, o jogo lhe dá continues.

É idêntico ao original, usando gráficos do Super Mario All-Stars. Um dos pontos fortes é a Soundtrack. Vindo desses jogos, que quando não deixam a música original do jogo (caso  não seja um port) ou então portam, o som fica péssimo, de doer os ouvidos. Por incrível que pareça, o som desse jogo é decente. O maior erro aqui são os efeitos sonoros. Esses sim destroem não só seus ouvidos, como sua alma.

O jogo chinês originou um port do Super Mario Bros. Ou seja, esse jogo, que é basicamente um Somari ao contrário, originou uma versão do Super Mario para Megadrive. Há vários indícios disso, como uma espécie de "número de série" do jogo ser anterior ao tal port.

Concluindo, para ser um hack, é até bem feito. Isso não o torna legal (legislativamente), é óbvio. Mas é decente. Não gosto de apoiar esse tipo de coisa a partir do momento que começam a ganhar em cima disso, mas creio que é uma pérola para a minha coleção.
Leia mais... »

25/06/14

Sonic Generations - Uma explosão de Nostalgia!


Eu sempre fui fã devoto do Sonic. Recentemente, eu estava ansioso para jogar Sonic Generations por conta das reviews positivas e por todos a minha volta ficarem falando bem do mesmo. Tornou-se, por um curto tempo, um sonho de consumo; a única coisa que me impedia era a minha própria relutância de comprar, até que um dia acabei comprando.

Cara, quando comecei o jogo foi uma explosão de nostalgia! O jogo, ao ser completamente uma referência aos jogos anteriores, é algo que todo fã de Sonic deve jogar, pois é projetado especificamente para essa parcela de jogadores. O jogo é uma seleção de fases de 9 jogos anteriores do Sonic diferentes, desde a era do Sega Genesis aos mais novos jogos, como Sonic Colors. Temos, por exemplo, fases marcantes como Chemical Plant, City Escape e Stardust Speedway.

O enredo é simples: Na festa de aniversário do ouriço, é aberto um portal que suga todos os personagens. Depois de algum tempo, é descoberto que eles viajaram no tempo, acabaram achando suas contrapartes mais jovens e que um ser misterioso está por trás disso. Assim, Sonic vai passando por esses locais e relembrando de tais locais, desbloqueando também personagens relacionados a aquela época.

É impactante jogar com o Sonic clássico fases modernas e vice-versa, porém não acho que tais fases combinam muito com o mesmo, o Design é muito quadrado, abusando de retas e esquecendo um pouco loopings e rampas. No caso, isso me lembra mais Mario que Sonic, por conta dessas fases conterem pulos que devem ser feitos com mais atenção. No Sonic, você quer é correr! Essa é a assinatura do ouriço. Enfim, creio que assim foi melhor pois manteu o tema dessas fases, apesar de tudo. 

É contrastante jogar com o Sonic moderno nas fases clássicas, também. É uma perspectiva completamente repaginada, você sente o impacto da modernidade sobre os jogos que você passou a infância jogando. É incrível, apesar de você cair e morrer se não for muito atento.

Há também alguns erros, como a longevidade do jogo, de maneira linear. Há apenas 9 fases, algumas exageradamente longas e outras nem tanto. O "tchan" aqui é o fato de após concluir a fase ter vários desafios curtos como matar todos os badniks ou completar a fase com a ajuda de um dos amigos de Sonic. O jogo inclui também uma maneira diferente de conseguir esmeraldas, algumas através de Rival Battles e a maioria você consegue simplesmente jogando. Outra coisa que também incomoda é escassez de chefões, sendo apenas um por era.

Quer saber algo que destruiu o jogo por completo? O último boss. Não vou dar muitos detalhes, mas é horrível. Você não consegue ter controle nenhum, pois a câmera não deixa. Fica implícito onde bater no chefão, pois ele marca o alvo para o homing dash, mas não é essa habilidade que você deve usar. É horrível! Há algumas versões, para certas plataformas, que esse boss não existe. Bem aventurados sejam!

Concluindo, Sonic Generations é um jogo excepcional, recomendado para qualquer um. O final decepciona um pouco, mas é um ótimo jogo! Se eu desse uma nota final, seria 8.5/10
Leia mais... »

11/06/14

Sonic the Hedgehog: Omochao Edition - Bichinho do capeta!

Essa é uma postagem que você pode ler!
Nenhuma série está salva de ter um personagem odiado, e essa regra certamente também se aplica ao universo de Sonic the Hedgehog. Podemos citar Chris, que na opinião de muitos estragou o Sonic X, Elise III, que também leva uma parcela de culpa pelo "fracasso" do Sonic 06, na visão de alguns... Mas de todos, um personagem que todo muito odeia com "força" é o Omochao. E cacete, como esse pedacinho de capeta é irritante! Em Sonic Adventure 2, ele tem como objetivo auxiliar o jogador com dicas sobre o jogo, mas é completamente prolixo, e não é pouco!

Isso levou o RomHacker Cinossu - muito zueirinho, por sinal - a criar Sonic the Hedgehog: Omochao Edition, que apenas introduz o personagem. Assim como em Sonic Adventure II, ele "ajuda" de uma forma completamente irritante, no entanto, muito mais escrachada. Qualquer interação com os objetos do jogo, como coletar um ring ou matar Badnik, ele pausará o jogo inteiro para te avisar: "Você coletou um anel", "Você matou um Badnik", junto ao jingle que apenas para quando a pausa é desfeita e que a cada interação fica mais longo, mais loongoo e maaaais looooongooooo. O maior problema é o fato de apesar do jogo ter pausado, o tempo continua passando normalmente. 

Esse hack foi criado como apenas uma brincadeira, é mais uma piada, mesmo. Creio ninguém aguentaria jogar com essas condições, a não ser alguém que realmente não tem nada pra fazer procura um desafio! A ROM pode ser baixada aqui e serve como uma grande lição, por um lado. Com esse jogo, aprendi que o Omochao é um pé no saco!
Leia mais... »

28/05/14

Atomic Runner - Um clássico que viveu nas sombras


Hoje venho falar de um ótimo jogo clássico, que infelizmente nunca ganhou muito destaque e consequentemente muita pouca gente conheceu, que é o Atomic Runner (também conhecido por Chelnov - Nuclear Man, the Fighter). Lembro-me que havia duas versões: Para Arcade, DOS e para o Sega Genesis - que era o que eu tinha, veio nesses cartuchos piratinhas de 35 jogos que eram 3 ou 4 jogos repetidos até completar 35.

Enfim, o jogo era um runner automático que na versão original japonesa contava a controversa história de um mineirador de carvão, que sofre um acidente nuclear, assim virando o Atomic Runner. Daí veio um pessoal falar que isso era uma paródia de mau gosto do incidente de Chernobyl. Assim, nas versões posteriores, ele é apenas um cara que veste uma super armadura e tem como objetivo salvar sua irmã...

O jogo tem um visual um tanto Asteca que contém partes futuristas, como essa história toda dos Aliens Antigos. os inimigos e os bosses variam entre ídolos como um Dogu e outros símbolos mitológicos antigos ou robôs. É um dos destaques do jogo, um tema bem chamativo.

Outro dos elementos-chave do jogo era sua dificuldade ridiculamente elevada, os controles não eram grandes coisas, o que contribuia para isso junto ao número insano de inimigos saindo de todos os lados. Por isso, o jogo obviamente fica mais durável, são dias lutando contra um nível.

Atomic Runner é um daqueles jogos que você TEM que conhecer, caso goste de um bom desafio. É triste o fato de jogos tão bons serem tão pouco conhecidos.

Leia mais... »

19/05/14

Recomendações: Jogos Android #2

Hora do segundo volume para a postagem mais casual de todos os tempos! Hoje trago mais algumas recomendações para Android!

Whale Trail Frenzy


Não se deixe enganar pelo visual bonitinho e colorido. Apesar dos gráficos parecerem bem infantis, o jogo é viciante e divertido, e com certeza eles ajudam a criar essa atmosfera mais abrangente. No jogo, você é uma baleia voadora que deve coletar esferas para servir de combustível. Às vezes eu paro para pensar: "O que diabos se passa na cabeça desses desenvolvedores?". Até hoje não achei a resposta, mas certamente é genial.

Monster Slash


Monster Slash é um Shoot 'em up com uma pequena diferença: Ao invés de controlar o personagem, você controla a lâmina e sua trajetória. E assim, você deve prosseguir matando monstros. O jogo não dura muito, mas é bem divertido, e com o sistema de cash consegue deixar o jogo um pouco mais durável e dinâmico.

Pyro Jump

Outro caso de um jogo muito divertido coberto por gráficos fofinhos. Em Pyro Jump, você é um foguinho, que de pular de plataforma giratória a plataforma giratória para... Queimar uma princesa o Origami. Sádico, não? O jogo explica que o foguinho é apaixonado por ela, porém ela sempre foge. Melancólico, não? Todavia, é um jogo muito divertido e simples.

...E é isso! Geralmente, eu passo muito tempo no ócio, e por isso gosto de procurar joguinhos para passar o tempo. E nada melhor do que compartilhar, né?
Leia mais... »